O Banho de Mar à Fantasia de Paranaguá mostrou, mais uma vez, que alegria também é patrimônio cultural. Os foliões curtiram cada momento entre os Trios Elétricos, com confetes improvisados, fantasias criativas e gargalhadas sem cerimônia, a cidade se permitiu brincar consigo mesma. Não havia pressa, não havia divisão: só gente. Gente fantasiada de tudo — de personagens improváveis a tradições revisitadas — mergulhando não apenas na alegria, mas no espírito coletivo de celebrar.
O que mais chamou atenção não foi o colorido das roupas ou a ousadia das fantasias, mas a energia que circulava entre os foliões. Um riso puxava o outro, uma dança virava roda, e o calor parecia dissolver qualquer resquício de formalidade. O Banho de Mar à Fantasia tem essa magia: transforma desconhecidos em cúmplices de um mesmo momento, onde a alegria é regra e a espontaneidade, lei maior.
Em tempos tão duros e acelerados, ver Paranaguá ocupando seu espaço com leveza é quase um ato de resistência. A festa não é só tradição — é memória viva, é afeto compartilhado, é a cidade lembrando a si mesma que sabe sorrir. E uma sensação coletiva de que a alegria, quando é verdadeira, contagia mesmo.
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